Artigos

GESTÃO DAS PARTES INTERESSADAS COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO

Cada vez mais é importante que as Operadoras busquem um melhor relacionamento e integração com clientes, prestadores de serviços, ANS e demais envolvidos na operação de planos de saúde.
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Equilíbrio ou Controle da Despesa Administra nas Operadoras

É sabido que a sinistralidade de uma Operadora de Planos de Saúde deve estar abaixo de 80%, preferencialmente em torno de 75%. Os 25% restantes da receita são suficientes para sustentar as despesas administrativas e comerciais e gerar lucro ou sobra. Isso é o que a experiência de mercado indica como um índice de sinistralidade satisfatório, porém, o que visualizamos é um aumento na despesa administrativa.
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O Risco nos Planos de Saúde

Risco é a probabilidade de ocorrência de um determinado evento que gere prejuízo econômico, é a possibilidade do dano. O simples fato de uma atividade existir abre a possibilidade da ocorrência de eventos danosos.
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Indicadores na Saúde

No Brasil, quando falamos em indicadores, imediatamente pensamos em algumas siglas como INPC, IGP-M, PIB e também em inflação, dólar etc. Pois são os indicadores mais conhecidos do público em geral, mas poucos se dão conta que nos competitivos dias de hoje, convivemos sempre com indicadores, pois todos passamos por avaliações, sejam subjetivas ou científicas, em todos os setores, sejam pessoais ou profissionais.
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O papel dos beneficiários nas boas práticas da saúde suplementar

Com mais autuações e processos, aumenta a procura pelo Seguro de Responsabilidade Civil de Diretores e Administradores de Empresas D&O

CHECKUP, prevenção ou impacto financeiro?

SUSTENTABILIDADE DA SAÚDE SUPLEMENTAR

PLANO DE CUIDADO DO IDOSO NA SAÚDE SUPLEMENTAR: UM NOVO MODELO DE GESTÃO

O paradigma assistencialista dos planos de saúde.

Saúde no Brasil, uma questão muito mais ampla

Quer reduzir custos da sua operadora? Que tal começar por fazer coisas diferentes e focar onde está o verdadeiro ralo das despesas assistenciais – par

As dificuldades das operadoras em relação à Nota Técnica de PEONA

O impacto nos custos dos planos de saúde brasileiros, devido ao aumento da população idosa.

Administrando estratégicamente

Conscientização: alternativa de gestão das operadoras

A importância da precificação nos planos de saúde

Pós RN nº 309/12 – Acompanhamento dos Contratos Coletivos

Resseguro na Saúde Suplementar

Em que situações a operadora pode se recusar a vender plano de saúde?

Ressarcimento ao SUS: A socialização da saúde através de recursos privados?