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Uso de Big Data em Saúde Suplementar

No modelo assistencial em vigor no Sistema de Saúde Suplementar do Brasil a remuneração para seus prestadores é por procedimento, baseados em tabelas padronizadas e pagamento da sua força de trabalho por salário. O grande problema, entretanto, é que quanto maior o volume de produção maior será da renda os prestadores e maior será o custo das Operadoras.
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Cartilha sobre Acompanhamento Econômico-Financeiro – ANS – RN400/2016

Ao longo de 2015 e agora nesse primeiro semestre de 2016, temos acompanhado o decréscimo do número de beneficiários em diversas Operadoras de Planos de Saúde (OPS), principalmente devido à retração do mercado com consequente aumento do volume de demissões, causando uma baixa significativa da quantidade de clientes nos contratos empresariais.
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Os primeiros passos da Operadora para o produto de Atenção Primária

Nos últimos anos as Operadoras brasileiras tem se mostrado mais abertas ao conceito do produto de atenção primária inspirado nos modelos Europeu e dos EUA.
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Modelos de Remuneração – Discussões e Readequações necessárias

O fenômeno dos custos crescentes em saúde é uma realidade, e é pouco provável que sofra alguma mudança positiva no curto e médio prazos.
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Evento ASAP/ANS

O evento, que foi desenvolvido pela ASAP, em parceria com a ANS, apresentou um panorama dos programas de promoção da saúde e prevenção de doenças nas empresas brasileiras e uma pesquisa para levantamento destas atividades. Neste mesmo dia foi aberta as inscrições das empresas para responder a pesquisa.
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Case Hospital Alemão Oswaldo Cruz

Três pilares explicam os resultados de saúde alcançados pelo Hospital Alemão Oswaldo Cruz, case apresentado no Fórum Internacional ASAP 2016, em abril.
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UNIDAS debate desafios normativos e regulatórios para as autogestões no 7º Seminário

Terminou ontem (3), em Brasília, o 7º Seminário UNIDAS - DESAFIOS NORMATIVOS, REGULATÓRIOS E DE ATENÇÃO À SAÚDE PARA AS AUTOGESTÕES. Este é um dos mais importantes eventos do segmento e reuniu mais de 300 profissionais ligados ao setor de saúde. O objetivo principal foi debater questões relacionadas às agências reguladoras - Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) -, além de outros órgãos do governo, para desenvolver estratégias e ações para o segmento.
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Margem de Contribuição de Contratos Coletivos

Diferentemente de outros ramos do seguro, no mercado de planos de saúde não existe limitação do valor do sinistro, ou seja, as operadoras de planos de saúde comercializam cobertura de despesas assistenciais sem limite financeiro.
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A Lei 13.003/2014 e algumas de suas implicações

A Agência Nacional de Saúde (ANS) lançou no início de abril e está disponibilizada até 31/05 uma pesquisa sobre a contratualização entre as Operadoras de Saúde e seus prestadores de serviço. O objetivo da Agência é conhecer um pouco mais a fundo como está esse relacionamento no setor. Uma grande preocupação da ANS nesse caso foi deixar bem claro em algumas repetições que o objetivo da ação NÃO É, de modo direto e imediato, FISCALIZATÓRIA. Deixa claro que a resposta é voluntária com apenas uma resposta por Operadora (...).
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Diferenciação entre área de abrangência e área de atuação

Frequentemente confundimos o que significa a área de abrangência de um determinado produto, a área de comercialização do produto e a área de atuação da Operadora, desta forma o objetivo deste texto é esclarecer de forma simples e didática a correlação entre estas informações.
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Carteira de produtos Individuais e/ou Familiares

Alguns anos atrás, produtos Individuais e/ou Familiares eram considerados “problemáticos” , principalmente por que as operadoras não concordavam em negociar o reajuste estipulado pela Agencia, considerando não ser o mais “adequado” a realidade da carteira.
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Risco Moral na Saúde Suplementar

Os beneficiários de planos de saúde estão expostos ao risco moral, que é uma tendência de mudança de comportamento quando as despesas estão previamente cobertas. Essa tendência resulta no excesso de demanda dos serviços de assistência à saúde, muitas vezes desnecessária.
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Novos Desafios e Velhos Problemas

O mercado de planos de assistência médica (com ou sem odontologia) está encolhendo. A edição de dezembro de 2015 do Caderno de Informação da Saúde Suplementar apontou que o número de vínculos perdidos no ano de 2015 ultrapassou 400 mil.
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COMUNICADO IMPORTANTE - Alteração dos quadros auxiliares do DIOPS Financeiro

Lembramos que a ANS alterou os quadros auxiliares do DIOPS Financeiro, que passam a vigorar a partir do envio do DIOPS do 1º trimestre de 2016, cujo prazo será em 15 de maio de 2016.
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Qualificação e remuneração

Esse é um tema que deve ser sempre tratado com muito cuidado, pois uma atitude mal planejada pode significar o fim de qualquer instituição. No nosso caso, o setor de saúde, a situação é mais complexa, pois temos um segmento público mal remunerado, deteriorado e que busca a custa do poder privado, recrudescer.
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Home Care

Home Care ou Assistência Domiciliar é uma modalidade de prestação de serviços na área da saúde que visa à continuidade do tratamento hospitalar no domicílio, realizado por uma equipe multidisciplinar com a mesma qualidade, tecnologia e conhecimento.
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Saúde Suplementar: Apenas mais um desafio ou a proximidade do caos?

Confesso que ao longo dos últimos dezesseis anos, depois de muito estudar, conviver e compartilhar conhecimentos com especialistas com sólida formação e executivos incontestavelmente competentes, quase como um pensamento recorrente (ou seria um pesadelo recorrente?), me pergunto se a saúde suplementar no Brasil passa pelo seu momento mais delicado ou mesmo se está próxima do caos.
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A importância dos dados de procedimentos médicos para o mercado de saúde suplementar

O acesso a informações atualizadas e consistentes sobre os custos de procedimentos do mercado de saúde suplementar sempre foi um grande desafio para as operadoras de planos de saúde. Com o intuito de disseminar tais dados, a ANS – Agencia Nacional de Saúde Suplementar, disponibilizou em 02/12/2015 uma nova ferramenta que apresenta informações de procedimentos realizados por beneficiários em clinicas, hospitais, laboratórios vinculados as Operadoras, em um formato dinâmico, que possibilita a consulta de dados tanto para as Operadoras quanto ao publico em geral, dando sequencia assim, as iniciativas para Transparência de dados do setor.
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Gerenciamento de Risco na Saúde Suplementar

Observando a história da regulação da saúde suplementar no Brasil, percebemos que a Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS se espelha na experiência da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, criada em 1966, que é o órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, previdência privada aberta, capitalização e resseguro.
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Tabela de Vendas Operadora versus Tabelas de Vendas Administradora

A parceria entre Operadoras de Planos de Saúde e Administradoras de Benefícios é crescente. Para diversificar seu portfólio, operadoras que não comercializam planos coletivos por adesão passaram a encarar o produto como um novo nicho de mercado e a buscar esta parceria para viabilizar sua venda. Em outras Operadoras, as Administradoras já atuam como um canal de vendas de seus produtos coletivos.
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Diferenciação de preços de venda dos planos coletivos em relação aos valores previstos na NTRP

O valor comercial do plano de saúde, independentemente do tipo de contratação (coletivo ou individual), é uma característica registrada na ANS por meio do envio do arquivo de Nota Técnica de Registro de Produto – NTRP, que ocorre na ocasião do registro do produto, e é atualizado sempre que a Operadora entender ser necessário, sendo que a recomendação da Strategy é que seja anualmente.
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