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A Lei 13.003/2014 e algumas de suas implicações

A Agência Nacional de Saúde (ANS) lançou no início de abril e está disponibilizada até 31/05 uma pesquisa sobre a contratualização entre as Operadoras de Saúde e seus prestadores de serviço. O objetivo da Agência é conhecer um pouco mais a fundo como está esse relacionamento no setor. Uma grande preocupação da ANS nesse caso foi deixar bem claro em algumas repetições que o objetivo da ação NÃO É, de modo direto e imediato, FISCALIZATÓRIA. Deixa claro que a resposta é voluntária com apenas uma resposta por Operadora (...).
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Diferenciação entre área de abrangência e área de atuação

Frequentemente confundimos o que significa a área de abrangência de um determinado produto, a área de comercialização do produto e a área de atuação da Operadora, desta forma o objetivo deste texto é esclarecer de forma simples e didática a correlação entre estas informações.
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Carteira de produtos Individuais e/ou Familiares

Alguns anos atrás, produtos Individuais e/ou Familiares eram considerados “problemáticos” , principalmente por que as operadoras não concordavam em negociar o reajuste estipulado pela Agencia, considerando não ser o mais “adequado” a realidade da carteira.
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Risco Moral na Saúde Suplementar

Os beneficiários de planos de saúde estão expostos ao risco moral, que é uma tendência de mudança de comportamento quando as despesas estão previamente cobertas. Essa tendência resulta no excesso de demanda dos serviços de assistência à saúde, muitas vezes desnecessária.
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Novos Desafios e Velhos Problemas

O mercado de planos de assistência médica (com ou sem odontologia) está encolhendo. A edição de dezembro de 2015 do Caderno de Informação da Saúde Suplementar apontou que o número de vínculos perdidos no ano de 2015 ultrapassou 400 mil.
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COMUNICADO IMPORTANTE - Alteração dos quadros auxiliares do DIOPS Financeiro

Lembramos que a ANS alterou os quadros auxiliares do DIOPS Financeiro, que passam a vigorar a partir do envio do DIOPS do 1º trimestre de 2016, cujo prazo será em 15 de maio de 2016.
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Qualificação e remuneração

Esse é um tema que deve ser sempre tratado com muito cuidado, pois uma atitude mal planejada pode significar o fim de qualquer instituição. No nosso caso, o setor de saúde, a situação é mais complexa, pois temos um segmento público mal remunerado, deteriorado e que busca a custa do poder privado, recrudescer.
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Home Care

Home Care ou Assistência Domiciliar é uma modalidade de prestação de serviços na área da saúde que visa à continuidade do tratamento hospitalar no domicílio, realizado por uma equipe multidisciplinar com a mesma qualidade, tecnologia e conhecimento.
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Saúde Suplementar: Apenas mais um desafio ou a proximidade do caos?

Confesso que ao longo dos últimos dezesseis anos, depois de muito estudar, conviver e compartilhar conhecimentos com especialistas com sólida formação e executivos incontestavelmente competentes, quase como um pensamento recorrente (ou seria um pesadelo recorrente?), me pergunto se a saúde suplementar no Brasil passa pelo seu momento mais delicado ou mesmo se está próxima do caos.
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A importância dos dados de procedimentos médicos para o mercado de saúde suplementar

O acesso a informações atualizadas e consistentes sobre os custos de procedimentos do mercado de saúde suplementar sempre foi um grande desafio para as operadoras de planos de saúde. Com o intuito de disseminar tais dados, a ANS – Agencia Nacional de Saúde Suplementar, disponibilizou em 02/12/2015 uma nova ferramenta que apresenta informações de procedimentos realizados por beneficiários em clinicas, hospitais, laboratórios vinculados as Operadoras, em um formato dinâmico, que possibilita a consulta de dados tanto para as Operadoras quanto ao publico em geral, dando sequencia assim, as iniciativas para Transparência de dados do setor.
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Gerenciamento de Risco na Saúde Suplementar

Observando a história da regulação da saúde suplementar no Brasil, percebemos que a Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS se espelha na experiência da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, criada em 1966, que é o órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, previdência privada aberta, capitalização e resseguro.
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Tabela de Vendas Operadora versus Tabelas de Vendas Administradora

A parceria entre Operadoras de Planos de Saúde e Administradoras de Benefícios é crescente. Para diversificar seu portfólio, operadoras que não comercializam planos coletivos por adesão passaram a encarar o produto como um novo nicho de mercado e a buscar esta parceria para viabilizar sua venda. Em outras Operadoras, as Administradoras já atuam como um canal de vendas de seus produtos coletivos.
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Diferenciação de preços de venda dos planos coletivos em relação aos valores previstos na NTRP

O valor comercial do plano de saúde, independentemente do tipo de contratação (coletivo ou individual), é uma característica registrada na ANS por meio do envio do arquivo de Nota Técnica de Registro de Produto – NTRP, que ocorre na ocasião do registro do produto, e é atualizado sempre que a Operadora entender ser necessário, sendo que a recomendação da Strategy é que seja anualmente.
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A SAÚDE DA SAÚDE

Conforme abordei em meu texto passado, temos acompanhado no início desse ano, uma avalanche de notícias e previsões econômicas para o biênio 2016/2017. Quais os impactos de todo esse escândalo político no Governo Federal, repasses para a saúde pública, “legado” da copa do mundo, olimpíadas, alta do dólar, queda do petróleo no mundo x alta dos combustíveis no Brasil, reajuste da energia elétrica, crise hídrica, epidemias, eleições municipais, entre outros tantos pontos?
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Envio de Informações para ANS / Cruzamento de dados

Durante toda semana fomos abordados por nossas operadoras clientes solicitando orientação acerca do recebimento do ofício remetido pela DIPRO, que versa sobre a abertura de representação contra a operadora, por suposto não envio de comunicados de reajuste de planos coletivos (ou não incorporação destes) para a ANS, via aplicativo RPC. Essa é apenas uma das ações motivadas pela Agência com a utilização de suas ferramentas e certamente essa ação se repetirá ao longo de todo ano.
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Uma abordagem técnica sobre como a variação por faixa etária escolhida pela Operadora impacta no preço final e nos limites de comercialização...

É comum que surjam dúvidas quando o limite mínimo de preço não atinge a diferença de 30% a menos que o valor comercial da nota técnica, ou quando o próprio valor comercial previsto na nota técnica do produto passa a ser o limite mínimo.
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PEONA (Provisão para Eventos Ocorridos e Não Avisados)

Um novo ano se inicia e com ele muitas mudanças. Entram em vigor as coberturas para novos procedimentos, decorrentes da ampliação do ROL (sobre qual a Strategy forneceu aos seus clientes estudo do potencial impacto financeiro desses novos procedimentos), novas regras para as constituições das Provisões, alta do dólar, queda do petróleo, tensões políticas internas e externas, eleições, olimpíadas... Ou seja, 2016 já pelo que estamos vendo, será bem “quente”...
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A Importância da Metodologia Própria da PEONA

As provisões técnicas representam uma ferramenta de gestão relevante para as operadoras de planos de saúde em razão do risco que assumem. Provisões superdimensionadas comprometem o resultado. Por outro lado, o subdimensionamento pode conduzir à insolvência. O ideal é que o valor dimensionado da provisão seja o necessário a realidade de cada operadora e esta afirmação é válida para a Provisão para Eventos Ocorridos e Não avisados – PEONA.
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Produtos de valor agregado

Revisitando o portfólio de vendas de nossos clientes, tive oportunidade de identificar novas possibilidades para 2016. Considerando números retirados da base de dados gerais da Strategy Consultoria, que é alimentada mensalmente por nossos clientes, observamos que cerca de 60% da carteira das operadoras são compostas de contratos coletivos. Daí então, enxergamos a oportunidade de auxiliá-los na elaboração de pacotes de serviços opcionais.
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Autorização Condicionada

No Simpósio das Unimed’s RJ, ES e MG, a Unimed Centro Sul Fluminense, através de seu Diretor e mentor do projeto, Dr. Gilson de Souza Lima apresentou um caso de sucesso que repercutiu bastante no evento e pós-evento. O caso foi debatido como uma alternativa muito interessante para as demais Operadoras.
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Reajuste de Prestadores x Clientes

No início desta semana a ANS publicou novas regras para reajuste dos contratos entre as Operadoras e os Hospitais prestadores de serviços (Resolução Normativa 391 e Instrução Normativa 61). Estas regras se aplicam apenas aos contratos que não possuem uma forma de reajuste prevista e quando não houver consenso entre a Operadora e o Prestador sobre o índice de correção dos valores dos serviços.
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